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Vãos preenchidos de economia

Na busca por economia, a escolha pela compra das formas para laje nervurada é uma decisão acertada, pois além de economizar, você ainda terá um produto de qualidade.

Por Cleverson Callera

Por sua multiplicidade de aplicações e dependendo de algumas variáveis técnicas, sua utilização pode gerar uma economia superior a 30% de aço e concreto. As formas plásticas podem ser aplicadas em vários tipos de obras, desde que definido o modelo que melhor atende às necessidades estruturais e econômicas do empreendimento. Edificações com grandes pavimentos como, por exemplo, estacionamentos, galpões industriais, galpões comerciais, edifícios comerciais, edifícios residenciais, aeroportos, hospitais, escolas e ginásios de esporte estão sendo beneficiados em tempo de obra, gestão de resíduos e ganhos financeiros.

Um aspecto ao qual é preciso atentar-se diz respeito ao prazo. Sempre que houver um prazo mais longo para finalizar a utilização das formas em um empreendimento, a compra do produto por parte da construtora é viável, já que são passíveis de reutilização (quando bem cuidadas). Assim tem-se uma redução de valor vantajosa.

No entanto, nem sempre as formas para laje nervurada devem ser compradas, já que no mercado existe a possibilidade de locação, e essa variável deve ser muito bem avaliada, levando em conta a quantidade de formas utilizadas, programação da concretagem, tempo de uso, reaproveitamento do material pela construtora, armazenagem do material, sempre visando flexibilidade nos projetos desenvolvidos. Com esses elementos em mãos a decisão entre comprar ou locar se torna mais responsável e facilitada.

Para o cálculo da forma ideal, a construtora deverá considerar primeiramente a dimensão do vão, carga e sobrecarga do projeto e altura total da laje. Com base nestas informações, será verificado, através de um software específico, o modelo que trará melhor custo benefício para o cliente, considerando as exigências das normas existentes e a economia em aço e concreto, assim como no modelo da forma.

Tomadas todas as decisões para a aquisição do produto, é fundamental que se tenha mão de obra qualificada para a instalação. Esta pode ser realizada de duas maneiras: Com as formas de 4 abas, em que as formas são dispostas sobre tablados de madeira, sendo apoiadas por escoras para receber a concretagem. Neste método, deve-se esperar a cura total do concreto para a remoção dos escoramentos e das formas utilizadas no processo. Com as formas de 2 abas trabalha-se com o sistema de reescoramento. Este método permite que as formas sejam removidas em menor tempo, podendo haver o reaproveitamento das formas para a próxima concretagem. Para os dois processos, utiliza-se desmoldante à base vegetal nas formas plásticas, de forma a facilitar a remoção do material na disforma.

 

Cleverson Callera é engenheiro e gestor de Vendas Técnicas do Grupo Astra